Blog TPX Office

Ergonomia, normas
e produtividade no trabalho

Conteúdo técnico sobre NR-1, NR-17, cadeiras Cavaletti e Frisokar, e projetos de mobiliário corporativo. Escrito por quem equipa escritórios em Fortaleza há anos.

Cavaletti · Guia de compra

Onde comprar cadeira Cavaletti em Fortaleza: o guia do revendedor autorizado

Diferença entre revendedor autorizado e revenda comum, o que muda na garantia, códigos de fábrica dos modelos mais vendidos e como conferir se a cadeira é original.

28 de julho de 2026·8 min de leitura
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Frisokar · Linhas

Cadeiras Frisokar: linhas, aplicações e quando ela é a escolha certa

ISO empilhável, longarinas de recepção, cadeira caixa e universitária com prancheta. Entenda o posicionamento da Frisokar e em que cenários ela supera as concorrentes.

25 de julho de 2026·6 min de leitura
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NR-1 · Compliance

NR-1 em 2026: o que muda no PGR e por que o mobiliário entrou na conta

A fiscalização punitiva da NR-1 começou em 26 de maio de 2026. Entenda o que o auditor fiscal procura, como os riscos ergonômicos entram no PGR e qual o papel do mobiliário na comprovação de conformidade.

10 de julho de 2026·7 min de leitura
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NR-17 · Ergonomia

NR-17 na prática: o checklist que sua cadeira precisa cumprir

Regulagem de altura, apoio lombar, borda frontal arredondada e mais. O guia objetivo para avaliar se as cadeiras da sua empresa estão em conformidade com a Norma Regulamentadora 17.

3 de julho de 2026·6 min de leitura
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Cavaletti · Marcas

Cavaletti, Frisokar e PlaxMetal: como escolher a linha certa para sua empresa

Comparativo técnico entre as principais fabricantes nacionais de cadeiras profissionais e para qual perfil de empresa cada linha faz mais sentido.

26 de junho de 2026·8 min de leitura
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Ergonomia · Gestão

Quanto custa para a empresa uma cadeira ruim

O cálculo que quase nenhum gestor faz: como mobiliário inadequado se converte em afastamento, queda de produtividade e passivo trabalhista.

18 de junho de 2026·5 min de leitura
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Home Office

Home office e responsabilidade do empregador: o que diz a norma

Trabalho remoto não isenta a empresa das obrigações de ergonomia. Entenda o que a legislação exige e como estruturar um programa de adequação.

10 de junho de 2026·5 min de leitura
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Projetos B2B

Como planejar a mobília de um escritório do zero

Do levantamento de postos à instalação. O passo a passo que usamos em projetos corporativos para evitar retrabalho e estouro de orçamento.

2 de junho de 2026·6 min de leitura
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Cavaletti · Guia de compra

Onde comprar cadeira Cavaletti em Fortaleza: o guia do revendedor autorizado

28 de julho de 2026·8 min de leitura·Por TPX Office

A Cavaletti é hoje a marca mais procurada por empresas que levam ergonomia a sério no Brasil. Só que existe uma diferença concreta entre comprar de um revendedor autorizado e comprar de quem apenas revende — e ela aparece exatamente no momento em que você mais precisa: quando a cadeira dá problema.

O que significa ser revendedor autorizado

Revendedor autorizado é a empresa credenciada diretamente pelo fabricante para comercializar a linha, com acesso ao catálogo completo, à tabela oficial e ao canal de assistência técnica. Na prática, três coisas mudam para quem compra:

  • Garantia acionável na loja. Você não precisa abrir chamado com a fábrica em outro estado. O revendedor autorizado resolve localmente.
  • Peças de reposição originais. Pistão a gás, base, rodízio, braço e mecanismo saem do mesmo fornecedor da linha de montagem.
  • Configuração correta. Cada modelo Cavaletti tem variações de mecanismo, espuma, revestimento e base. Escolher a configuração errada é o erro mais comum de quem compra por marketplace.

A TPX Office é revendedora autorizada Cavaletti em Fortaleza, com showroom físico na Av. Dom Manuel, 738, no Centro. Você pode sentar na cadeira antes de comprar — o que resolve 90% das dúvidas de configuração.

Como ler o código de fábrica

Toda cadeira Cavaletti tem um código numérico que identifica a linha e a configuração exata. É por ele que você confirma que está comparando a mesma coisa entre dois orçamentos. Os mais procurados:

  • 18001 — Slim Presidente, encosto alto, vinil ou tecido
  • 18004 — Slim Executiva, encosto médio
  • 18006 — Slim com mecanismo SRE ou Sycrom
  • 4074 SRE — Executiva NR17, referência em conformidade normativa
  • 4064 SRE — Executiva, versão intermediária
  • 43103 — Flip com Sistema Reclinador de Encosto
  • 47101 — Yon Diretor com mecanismo SRY NR17
  • 42101 — Velo Presidente
  • 16001 — NewNet Presidente
  • 45101 — Leef, linha premium com encosto flexível
  • 20501 / 20506 — Poltrona Essence e sua versão de aproximação

Se um orçamento não traz o código, peça. Duas cadeiras podem se chamar "Slim Presidente" e ter mecanismos completamente diferentes — e uma diferença de preço que só se explica aí.

Qual linha escolher para cada função

A escolha depende muito mais do tempo de permanência sentado do que do cargo de quem vai usar:

  • Operacional, 6h ou mais por dia — Flip, Flip Light, Goah Pop ou a linha NR17. Encosto em tela ajuda na dissipação de calor ao longo do expediente.
  • Coordenação e supervisão — Yon Diretor 47101 ou Slim Executiva. Regulagem lombar e apoio de braço reguláveis fazem diferença em jornadas alternadas entre mesa e reunião.
  • Diretoria e presidência — Yon Presidente, Velo 42101 ou Leef 45101. Apoio de cabeça regulável e acabamento em couro natural.
  • Recepção e espera — Poltrona Essence 20501 ou linha Bee CEC.

Como verificar se a cadeira é original

Cadeiras Cavaletti trazem etiqueta com selo do fabricante, número de série e identificação da linha na parte inferior do assento. A nota fiscal deve descrever o modelo com o código, não apenas "cadeira de escritório". E o certificado de garantia sai em nome do comprador, não do revendedor.

Prazo e entrega em Fortaleza

Modelos de linha costumam sair em estoque para pronta-entrega. Configurações específicas — revestimento diferente, base em alumínio, apoio de cabeça adicional — entram em produção e têm prazo próprio. Para projetos corporativos acima de cinco unidades, a condição comercial muda: consulte antes de fechar unidade a unidade.

Quer conferir uma Cavaletti pessoalmente?

Showroom no Centro de Fortaleza. Você senta, ajusta e testa antes de decidir. Para empresas, ainda tem o teste de 15 dias no seu próprio escritório.

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Frisokar · Linhas

Cadeiras Frisokar: linhas, aplicações e quando ela é a escolha certa

25 de julho de 2026·6 min de leitura·Por TPX Office

A Frisokar ocupa um espaço específico no mercado brasileiro de mobiliário corporativo: volume, robustez e custo controlado. Não é a marca que você escolhe para a sala da diretoria — é a que resolve recepção, auditório, refeitório, sala de aula e postos de alta rotatividade sem estourar o orçamento.

As linhas mais usadas

  • Cadeira ISO — fixa, estrutura tubular, empilhável. É o cavalo de batalha de recepções, salas de espera e treinamentos. Empilha para liberar o espaço quando a sala tem uso múltiplo.
  • Longarinas de 2 e 3 lugares — assentos em módulo sobre trilho único. Resolve fila de atendimento e sala de espera com metragem definida e limpeza fácil.
  • Cadeira caixa e caixa alta — assento elevado com apoio para os pés, para postos de trabalho em balcão, laboratório ou bancada de produção.
  • Cadeira universitária com prancheta — prancheta fixa ou escamoteável, para instituições de ensino e centros de treinamento.
  • Cadeira de auditório — com prancheta, para espaços de palestra e formação.
  • Giratórias executivas — linha operacional com regulagem de altura a gás.

Quando a Frisokar é a escolha certa

Ela ganha em três cenários bem definidos:

  • Volume alto. Quando o projeto pede 30, 50 ou 100 assentos de recepção, a diferença de custo por unidade se multiplica rápido.
  • Uso intermitente. Uma cadeira de sala de espera não precisa de mecanismo sincronizado nem apoio lombar regulável — ninguém passa 8h nela.
  • Ambientes de limpeza pesada. Estrutura tubular e assento em polipropileno ou vinil aguentam higienização frequente melhor que tecido.

Quando ela não é

Se o posto é de permanência prolongada — administrativo, call center, TI, financeiro — a conversa muda completamente. Aí você precisa de regulagem de altura, apoio lombar, braços ajustáveis e mecanismo de reclinação. É o território da NR-17, e é onde as linhas Cavaletti e a linha TPX própria entram.

Um erro comum em licitação e compra corporativa é padronizar uma cadeira barata para todo o escritório. O resultado aparece em seis meses, na forma de queixa musculoesquelética e, eventualmente, de afastamento. Vale ler nosso artigo sobre quanto custa para a empresa uma cadeira ruim.

Como montamos projetos mistos

Na prática, a maioria dos projetos que entregamos em Fortaleza combina marcas. Um escritório típico de 40 postos costuma sair assim: linha ergonômica certificada nos postos administrativos, linha intermediária em coordenação, poltrona premium na diretoria e Frisokar ISO ou longarina na recepção e nas salas de treinamento.

É essa combinação que faz o orçamento fechar sem comprometer os postos que realmente importam do ponto de vista de saúde ocupacional.

Precisa de cadeiras Frisokar em Fortaleza?

Consultamos disponibilidade e prazo direto com o fabricante. Para volumes acima de cinco unidades, a condição comercial é diferenciada.

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NR-1 · Compliance

NR-1 em 2026: o que muda no PGR e por que o mobiliário entrou na conta

10 de julho de 2026·7 min de leitura·Por TPX Office

Desde 26 de maio de 2026, a fiscalização da NR-1 atualizada deixou de ser educativa e passou a ter caráter plenamente punitivo. Empresas sem um PGR que contemple os riscos exigidos estão sujeitas a autuação pela Inspeção do Trabalho.

O que mudou na NR-1

A Portaria MTE nº 1.419, de 27 de agosto de 2024, alterou o capítulo 1.5 da NR-1 para incluir expressamente os fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A Portaria MTE 765/2025 fixou 26 de maio de 2026 como marco do início da fase punitiva.

Na prática, o PGR deixou de ser um documento sobre riscos físicos, químicos e biológicos para se tornar um inventário abrangente, no qual os riscos ergonômicos e psicossociais precisam ser identificados, avaliados, controlados e — o ponto crítico — documentados de forma rastreável.

Onde o mobiliário entra nessa história

Muita gente lê "riscos psicossociais" e pensa apenas em assédio, metas e carga mental. Mas a NR-1 trabalha com o conjunto dos riscos ocupacionais, e o risco ergonômico é um deles — historicamente o mais associado a afastamentos por LER/DORT no ambiente administrativo.

Mobiliário inadequado gera exposição documentável: postura forçada, ausência de apoio lombar, altura de assento incompatível com a estação de trabalho, braços fixos que forçam elevação de ombros. São condições que um auditor fiscal identifica em inspeção presencial e que aparecem em laudo ergonômico.

A NR-1 não determina que a empresa troque as cadeiras. Ela determina que o risco seja identificado e controlado. A questão prática é: qual medida de controle você vai apresentar?

O que o auditor fiscal procura

  • Inventário de riscos atualizado — incluindo os ergonômicos por posto de trabalho, não genericamente por empresa
  • Plano de ação com prazos e responsáveis — não basta apontar o risco, é preciso mostrar o que está sendo feito
  • Evidência de implementação — notas fiscais, laudos, registros de treinamento, fotos do antes e depois
  • Revisão periódica — o PGR é documento vivo, não arquivo morto de auditoria

Por que a adequação do posto é a medida mais objetiva

Entre as medidas de controle possíveis, a adequação do mobiliário tem três vantagens claras do ponto de vista de compliance:

É auditável. Uma nota fiscal de cadeiras com laudo de conformidade NR-17 é prova documental direta. Difícil contestar.

É imediata. Diferente de mudanças culturais ou de processo, a substituição do mobiliário tem prazo definido e resultado verificável.

Tem retorno mensurável. Redução de queixas de dor, queda em afastamentos e ganho de produtividade são indicadores que a própria empresa pode acompanhar.

O que fazer agora

Se sua empresa ainda não fez o levantamento, o caminho prático é: mapear os postos de trabalho, identificar quais têm mobiliário fora dos parâmetros da NR-17, priorizar por criticidade (quem passa mais horas sentado e quem já relatou queixas) e montar um plano de substituição faseado que caiba no orçamento.

Na TPX Office trabalhamos com linhas certificadas para conformidade NR-17 e oferecemos teste de 15 dias sem compromisso, para que a adequação seja validada pela própria equipe antes da compra.

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Diagnóstico gratuito, proposta em menos de 24h e teste de 15 dias sem compromisso.

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NR-17 · Ergonomia

NR-17 na prática: o checklist que sua cadeira precisa cumprir

3 de julho de 2026·6 min de leitura·Por TPX Office

A NR-17 é a norma que trata de ergonomia no trabalho. Ela não lista marcas nem modelos — define parâmetros. Este é o checklist prático para avaliar se o mobiliário da sua empresa atende.

O que a norma exige do assento

  • Altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função
  • Borda frontal arredondada — para não comprimir a região posterior da coxa e prejudicar a circulação
  • Características de pouca ou nenhuma conformação na base — o assento não pode "afundar" e travar a postura
  • Encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar

O checklist objetivo

Sente-se na cadeira e verifique:

1. Os pés apoiam totalmente no chão? Com joelhos em aproximadamente 90 graus. Se não, a cadeira precisa de regulagem de altura — ou o posto precisa de apoio para os pés.

2. Existe espaço entre a borda do assento e a dobra do joelho? Cerca de dois a três dedos. Assento profundo demais comprime a panturrilha; raso demais não sustenta a coxa.

3. A curvatura lombar está apoiada? A cadeira precisa preencher a curva natural da lombar. Se você precisa de almofada, a cadeira não atende.

4. Os antebraços ficam paralelos ao chão? Com ombros relaxados. Braços fixos na altura errada forçam elevação constante do trapézio — causa direta de tensão cervical.

5. O encosto acompanha o movimento? Mecanismo travado obriga postura estática. O corpo precisa se mover ao longo do dia.

Os erros mais comuns nas empresas

Comprar a mesma cadeira para todo mundo é o erro mais frequente — e o mais caro no médio prazo.

Biotipos diferentes exigem faixas de regulagem diferentes. Um colaborador de 1,60 m e outro de 1,90 m não podem usar o mesmo modelo sem regulagem ampla. Cadeira "de escritório" genérica, sem ajuste de braço e sem apoio lombar regulável, não cumpre a NR-17 mesmo que pareça confortável nos primeiros dias.

Outro erro é olhar só o preço unitário. Uma cadeira de R$ 400 que precisa ser trocada em 18 meses custa mais que uma de R$ 1.100 com 6 anos de garantia — sem contar o custo indireto de afastamentos.

Modelos que atendem integralmente

Na linha que trabalhamos, modelos como a Start NR17 Executiva e a linha Yon da Cavaletti foram projetados especificamente para conformidade com a norma, com mecanismo sincronizado, apoio lombar ajustável e braços com regulagem em múltiplos eixos.

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Cavaletti · Marcas

Cavaletti, Frisokar e PlaxMetal: como escolher a linha certa para sua empresa

26 de junho de 2026·8 min de leitura·Por TPX Office

O mercado brasileiro de cadeiras corporativas é dominado por algumas fabricantes de referência. Entender o posicionamento de cada uma evita tanto o subdimensionamento quanto o gasto desnecessário.

Cavaletti

Fabricante gaúcha com forte tradição em ergonomia certificada. É a referência quando o critério é conformidade normativa e durabilidade. Garantias que chegam a 6 anos, mecanismos sincronizados próprios (SRE, SRY, Syncron) e ampla faixa de regulagem.

Linhas principais:

  • Flip e Flip Light — operacional, encosto em tela, excelente custo-benefício para grandes volumes
  • Yon — diretoria e presidência, mecanismo SRY NR17, apoio lombar ajustável
  • Slim e Start — executiva em vinil ou tecido, mecanismo SRE
  • Leef, Essence e Aura — alto padrão, salas de diretoria e recepção executiva
  • Ergon e Artis — ergonomia avançada com ajuste de profundidade de assento e base em alumínio

Para quem faz sentido: empresas que precisam comprovar conformidade em auditoria, órgãos públicos com exigência de laudo e organizações que calculam custo por ano de uso, não preço de compra.

Frisokar

Fabricante com forte presença no segmento de cadeiras fixas, longarinas e mobiliário para atendimento. Linha ISO e derivados são referência em recepções, auditórios e áreas de espera.

Para quem faz sentido: clínicas, consultórios, salas de espera, auditórios e ambientes de alta rotatividade onde a prioridade é resistência e facilidade de higienização.

PlaxMetal

Boa relação entre design e preço na faixa intermediária. Linhas como Fluidy, Beezi e Brizza atendem bem escritórios que querem um visual mais contemporâneo sem entrar na faixa premium.

Para quem faz sentido: startups, coworkings, agências e escritórios que valorizam estética e têm orçamento médio.

Como decidir na prática

A pergunta certa não é "qual a melhor marca", e sim "quantas horas por dia essa pessoa vai passar sentada nessa cadeira".

Para postos de 6 a 9 horas diárias — administrativo, financeiro, TI, atendimento — a recomendação é linha ergonômica certificada com regulagem completa. É onde o risco de LER/DORT se concentra e onde a NR-17 é mais cobrada.

Para uso intermitente — salas de reunião, recepção, postos compartilhados — modelos fixos ou de regulagem simplificada resolvem bem e liberam orçamento para os postos críticos.

Para diretoria e representação, o critério passa a incluir acabamento e presença visual, mas sem abrir mão de mecanismo e apoio lombar.

Onde comprar em Fortaleza

A TPX Office é revendedor autorizado Cavaletti em Fortaleza e trabalha com linhas Frisokar e demais fabricantes. Nosso showroom fica na Av. Dom Manuel, 738, Centro — você senta, testa e compara antes de decidir. E ainda pode levar para testar 15 dias na sua empresa.

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Ergonomia · Gestão

Quanto custa para a empresa uma cadeira ruim

18 de junho de 2026·5 min de leitura·Por TPX Office

Uma cadeira de R$ 400 parece uma economia de R$ 700 por posto quando comparada a um modelo ergonômico de R$ 1.100. O problema é que esse cálculo ignora quase todas as variáveis relevantes.

O custo por ano de uso

Uma cadeira operacional sem regulagem tem vida útil média de 18 a 24 meses em uso intensivo — a espuma afunda, o mecanismo folga, a base racha. Uma cadeira ergonômica com garantia de 6 anos entrega o triplo do ciclo.

Na conta simples: R$ 400 dividido por 2 anos dá R$ 200 por ano. R$ 1.100 dividido por 6 anos dá cerca de R$ 183 por ano. A cadeira "cara" já sai mais barata antes mesmo de entrar qualquer variável de saúde.

O custo do afastamento

Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho estão entre as principais causas de afastamento no ambiente administrativo. Um afastamento de 15 dias de um colaborador custa à empresa, além do salário, a redistribuição de carga na equipe e a curva de retomada.

Um único afastamento por LER/DORT costuma custar mais que a reforma completa de mobiliário de uma sala inteira.

O custo silencioso: presenteísmo

Mais difícil de medir e geralmente maior: o colaborador que está presente mas rende abaixo do potencial por desconforto físico. Pausas mais frequentes, perda de concentração, irritabilidade. Não gera atestado, mas corrói produtividade todos os dias.

O custo jurídico

Com a NR-1 em fiscalização punitiva desde maio de 2026, a ausência de gestão documentada dos riscos ergonômicos facilita a demonstração de culpa do empregador em ações individuais por adoecimento ocupacional. O mobiliário inadequado deixa de ser detalhe operacional e vira evidência.

Como montar o business case

Se você precisa aprovar um orçamento de mobiliário internamente, os números que convencem são: custo por ano de uso (não preço unitário), histórico de queixas e afastamentos da equipe, exposição a autuação da NR-1 e comparativo de garantia entre as opções.

Na TPX Office, o teste de 15 dias existe justamente para isso: sua equipe valida na prática antes de qualquer compromisso, e você leva dados reais para a aprovação.

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Home Office

Home office e responsabilidade do empregador: o que diz a norma

10 de junho de 2026·5 min de leitura·Por TPX Office

A adoção do teletrabalho não transfere ao colaborador a responsabilidade pela ergonomia do posto. A empresa continua obrigada a orientar, e em muitos casos a prover, condições adequadas.

O que a CLT determina

O regime de teletrabalho está previsto na CLT e determina que o empregador instrua os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções para evitar doenças e acidentes de trabalho. A responsabilidade pela aquisição e manutenção dos equipamentos deve constar em contrato escrito.

Na prática, isso significa que a empresa precisa documentar a orientação ergonômica e, quando o contrato prevê, fornecer ou custear o mobiliário adequado.

O erro de tratar home office como exceção

Muitas empresas mantêm um PGR robusto para a sede e nenhum registro sobre os postos remotos. Com a NR-1 atualizada exigindo inventário de riscos por posto de trabalho, essa lacuna aparece em fiscalização.

Se o colaborador trabalha oito horas por dia numa cadeira de jantar, o risco ergonômico existe e é da empresa a obrigação de gerenciá-lo.

Como estruturar o programa

  • Diagnóstico remoto — questionário com fotos do posto de trabalho de cada colaborador
  • Orientação documentada — treinamento de ergonomia com registro de participação
  • Kit padrão — cadeira ergonômica, apoio de pés e suporte de monitor como padrão da empresa
  • Registro no PGR — os postos remotos entram no inventário como qualquer outro

O modelo que funciona

Empresas que resolvem bem essa questão costumam adotar um kit padrão fornecido pela empresa, com nota fiscal em nome da organização e termo de responsabilidade assinado. Isso resolve simultaneamente a exigência normativa, o controle patrimonial e a padronização da experiência.

Atendemos projetos de home office corporativo com entrega direta no endereço de cada colaborador, em todo o Brasil, com nota fiscal única para a empresa.

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Projetos B2B

Como planejar a mobília de um escritório do zero

2 de junho de 2026·6 min de leitura·Por TPX Office

Equipar um escritório novo ou reformar um existente costuma dar errado pelos mesmos motivos: layout definido depois da compra, medidas aproximadas e escolha de mobiliário sem considerar o perfil de uso.

1. Levantamento antes de qualquer orçamento

Antes de cotar, você precisa saber: quantos postos fixos, quantos rotativos, quantas horas médias de permanência por posto, quantas salas de reunião e para quantas pessoas, e qual a previsão de crescimento da equipe em 24 meses.

Esse último item é o mais ignorado e o que mais gera retrabalho. Comprar exatamente para o time atual significa recomprar em um ano — provavelmente com produto descontinuado e sem padronização visual.

2. Layout define mobiliário, não o contrário

A largura de circulação, o posicionamento em relação às janelas e a distribuição de tomadas determinam qual tipo de mesa e plataforma faz sentido. Definir o layout depois da compra é a receita para mesas que não cabem e estações mal aproveitadas.

Uma planta baixa simples, mesmo feita à mão com medidas reais, evita a maior parte dos erros de dimensionamento.

3. Priorização por criticidade

Se o orçamento é limitado — e quase sempre é — a prioridade vai para os postos de permanência longa. Administrativo, financeiro, TI e atendimento recebem linha ergonômica completa. Salas de reunião e recepção podem receber linha fixa ou de regulagem simplificada.

4. Padronização e reposição

Escolher linhas com boa disponibilidade de estoque e garantia longa evita o cenário clássico do escritório com sete modelos de cadeira diferentes. Padronização também simplifica manutenção e reposição de peças.

5. Teste antes de fechar

Especificação técnica no papel não substitui uso real. O teste de 15 dias permite que a equipe valide conforto, regulagens e adequação ao layout antes do pedido fechado — e reduz drasticamente a chance de arrependimento em compra de volume.

6. Logística e instalação

Alinhe janela de entrega com o funcionamento da empresa. Instalação fora do horário comercial ou em fim de semana evita parada operacional. Confirme acesso ao prédio, elevador de carga e responsável pelo recebimento.

Como conduzimos na TPX

Diagnóstico gratuito por WhatsApp ou visita, proposta com especificação completa em menos de 24 horas, teste de 15 dias sem compromisso e entrega com montagem e treinamento de uso. Atendemos de 5 a centenas de postos, em Fortaleza e em todo o Brasil.

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